Brand storytelling: Conta-me histórias

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Uma história bem contada, num livro, num filme, numa anedota ou numa biografia capta a atenção de quem a ouve. Nas redes sociais e no marketing digital, passa-se o mesmo. Se analisar, o Facebook e o Twitter são plataformas virtuais onde cada indivíduo conta a sua história, com milestones como “estou num relacionamento”, como a sua timeline funciona como uma biografia. As empresas devem fazer o mesmo. Os utilizadores estão fartos de ser impingidos com produtos e serviços apenas porque sim. Mas se lhes contar uma história, talvez capte a atenção e parem na sua página apenas para ver como acaba.

Podemos recuar à Retórica de Aristóteles e definir que a mensagem deve adequar-se à audiência que queremos atingir. Para o conseguir, as marcas têm de estudar a “persona” dos seus clientes e fãs e a eles se dirigirem cirurgicamente: utilizando linguagem comum a ambos, histórias e conteúdos que criam identificação e mexem com as emoções levando ao supra-sumo da acção que, nas redes sociais, são os likes, comentários e partilhas.

Lembre-se que a comunicação eficaz se faz de um emissor para um receptor e vice-versa e deixe de falar para as paredes sobre coisas que não importam a quase ninguém, como, por exemplo, o número de vendas que a sua empresa atingiu no último ano. Se esta mensagem se enquadrar na estratégia de comunicação digital, contrate um especialista em storytelling. Apesar de tudo, se apetrechados de certas ferramentas retóricas e ficcionais, também os números podem ter o seu romantismo.

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